Pararam. Cautelosamente continuaram depois... avançando, o casal permanecendo ocultos por um tempo.
Procuram concentrar toda as suas atenções até o dia da palestra.
– Já vês, que temos razão?
Se todos nos resignássemos às influências que nos atingem, certamente não teríamos ânimo para tentar reagir no bem?
Tenho a certeza de que o conformar-se com tudo nos conduz à situação de covardes.
Eles acomodaram-se a algumas as situações cada um ao seu modo, porque sentiram medo de reagir ou então preguiça.
O conformismo implicou em negativismo ao progresso do amor deles.
Entenderam calados e atenciosos.
estavam absortos e pensativos.
Como ele nada mais dissesse, ela esclareceu:
– Tu dizes bem! Nós deveremos, em primeiro lugar, esclarecer o significado de certos temas.
Devemos sofrer as advertências que a vida nos faz, com paciência, suportando a visita da dor como uma amiga confortadora.
Mas quando realmente formos atingidos pelos reflexos de nossas próprias ações, não devemos submeter-nos a tudo, criando pela nossa negligência e pessimismo, sofrimentos inúteis e sem finalidade. Sempre nesses casos, deveremos reagir para levantar a vontade que fraqueja.
Quando somos atingidos, antes de mais nada, deveremos meditar profundamente nos perguntando: “o que a vida quer nos ensinar com isso?”
Sempre que assim procedermos com intenção honesta, sem subterfúgios, descobriremos qual a nossa atitude que provocou esse fato.
No fim, perceberemos que somos responsáveis por tudo quanto nos acontece e que se agirmos de forma diferente, valorizando o bem, a dor se afastará do nosso caminho.
Desta conclusão brota um conformismo não negativista como disseste acima, mas um conformismo sereno, construtivo, que se conforma com a dor sofrida, mas que sabe o porquê dessa agressão e procura melhorar-se intimamente, para construir um futuro melhor.
– Bravo, Aclararam as idéias.
Um certo casal certo dia ...
Ps.: Texto editado conforme particularidade, tirado de parte do livro - O Amor Venceu